domingo, 13 de setembro de 2009

Marley & Eu

Utilizando-se de leveza e emoção, o jornalista John Grogan escreveu a biografia do seu casamento, tendo como base um simpático e trapalhão labrador. Comportamento comum nos casais atuais, Grogan e sua esposa compram um filhote para se prepararem antes de terem filhos, a partir daí, o leitor irá acompanhar, como num big brother escrito, treze anos da família do autor.

Incertezas, decisões e experiências de um jovem casal dividem espaço com destruições caninas em seu novo lar. Engraçado e relaxante, Marley & Eu utiliza-se da simplicidade para emocionar os leitores mais sensíveis. Aos insensíveis, fica a dúvida se Marley não é apenas uma forma de Grogan conquistar os seus quinze minutos de fama, já que em um dos capítulos é relatado o convite ao cão para participar de um filme, e seu dono fica sonhando em ser chamado para atuar e assim, se tornar uma celebridade (fato que se tornou concreto com o sucesso do livro).

De qualquer forma, para os que se aventurarem, preparem-se para algumas risadas e lágrimas. Para os amantes do mundo animal, existe uma grande chance de relembrar velhos amigos. Aos que possuem medo ou receio, e como eu, às vezes pensem em adquirir um bichinho para descobrir o tão falado amor canino, fica o conselho: não compre um labrador.

4 comentários:

Kelli Pedroso disse...

Andrea: adoro o que escreves, mas isto não e novidade (alias, aguardo ate hoje o conto do padre). Assisti o filme, gostei muito. Ate hoje vou adiando a leitura do livro- falta coragem. Beijo! Obs: o final esta excelente e... Não liga para a pontuação, pois não estou com todos caracteres disponíveis.

Angela Dal Pos - Morena de Pintas disse...

Ah, eu adorei tanto o livro quanto o filme. Fala mesmo do amor incondicional dos cães, eles são os animais com o olhar mais puro que existe. Discordo do teu conselho de que as pessoas não devam comprar um labrador. Nem todos são pestes como o Marley. eu tenho uma cadela labrador que é um doce, calma, adora brincar e é super obediente. Costumo dizer que é uma criança grande, porque ela é super inocente, bobona mesmo, não tem maldade. Aliás, dizem que o labrador é o melhor cão para lidar com as crianças, tamanha sua bondade. Eu concordo com isso. beijo

Andrea disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Andrea disse...

Meninas,

Quando escrevi, confesso que lembrei da Angela e da sua cadela (ao qual concordo, é um amor). Mas não resisti a brincadeira, afinal, para quem tem medo de cachorro, o tamanho é assustador, e quando se lê a descrição da destruição contínua do Marley, se torna apavorante hehehe.

Obrigada pelo elogio, Kelli. O conto do padre, eu perdi (esse negócio de pós atrapalha a vida da gente), mas a hora que eu achar, te envio.
bjos